Banquinho Novela

Banquinho Novela porque meu amigo confiou a reforma em minhas mãos, e eu… bem, demorei para terminar porque fiz 6 vezes o assento. Cada vez que fazia não gostava de algo, mas quer saber? Tinha um PREGO no meio! Não no sentido figurado, mas realmente tinha um PREGO! Pena que não fotografei o ANTES.

Costurei uma almofadinha na técnica crazy para completar.

Espero que ele goste, ainda não viu. Segue em primeira mão:

 

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Cadeira de Trapilho

Numa destas andanças, encontramos uma cadeira e Bruno, meu marido fez-me um pedido especial: Queria a cadeira com carinha de antiga e o assento bem confortável.

Lixou para mim e usei um verniz bem natural só para ficar com um aspecto de envelhecido. O segredo veio no assento. Fiz de Trapilho. Já ouviu falar em TRAPILHO? Pois é! Algo antigo que estamos “redescobrindo”. Nada mais é do que tiras de malha.

Deu um trabalhão, sabe porque? Só porque Pascoal adorou a brincadeira e enquanto eu tecia me perturbava brincando.

O resultado foi ótimo! Adorei.

Segue as imagens ANTES e DEPOIS do trabalho feito.

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Material Pedagógico

Segue um dos Jogos Pedagógicos que fiz recentemente.  Acompanha o jogo um manual de instrução e uma sacolinha fechada com zíper em feltro e plástico cristal.

Quer o seu? Entre em contato através do meu email.

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O Jogo do Contente

Recentemente um amigo contou-me que pratica com sua família o Jogo do Contente. É claro que para quem tem filhos o jogo é um velho amigo. Talvez a maneira de jogar seja diferente de uma casa para outra, mas a regra é a mesma: Estou feliz porque…

Em casa praticávamos o Jogo do Contente através de uma caderneta. Lucas, meu filho tinha uma nuvenzinha negra que o acompanhava. Meus colegas de trabalho, seus professores, me encontravam na escola e diziam: Hoje ele está com aquela nuvenzinha. Fiz nascer então uma caderneta onde ele deveria anotar dia a dia aquilo que o fazia feliz, mesmo que tivesse sido por alguns minutos. Não houve muitas anotações. Não porque não havia alegrias, mas Lucas entendeu o sentido do jogo e foi aprendendo a valorizar as pequenas coisas da vida. A caderneta tornou-se obsoleta e transformou-se em oração de gratidão antes de dormir.

Dias atrás foi a vez da Rebeca: “ó céus, ó vida, ó azar”…

Conversamos o quanto Deus é bom, e que devemos ser gratos porque nos dá grandes dias, e faz de nós especiais. A semana foi passando e aos poucos ela voltou ao seu normal: observadora, apaixonada pelos bichos, pela família, pela vida.

A verdade é que somos humanos e temos dias bons e outros nem tanto. O fato é que Deus não nos promete uma vida sem problemas. Ele disse que também passaríamos por tristezas (João 16.33) Mas prometeu estar ao nosso lado todos os dias (Mateus 28.20). Em todo o tempo e lugar (Josué 1.9). Nossa função é descansar em seus braços (Salmo 37.5). Entregando nossas vidas, nossas ansiedades que Ele cuida de nós (1 Pedro 5.7).

Dia desses decidi praticar o Jogo do Contente desde o levantar. Primeiro, abracei meu marido. Depois fiquei em oração enquanto todos se arrumavam para sair. Parei para ouvir o barulho gostoso da risada da Rebeca que brincava com o Bruno e o Pascoal na sala. Despedi-me de todos pensando no quanto Deus é bom por me dar pessoas tão especiais. Planejei meu dia certa de que Deus está no controle. E depois, quando todos se foram fui fazer café. E foi neste momento que Deus me deu um presente. Minha flor de maio floriu novamente. Só um botão, mas, lindo e brilhante.

Fora de época, sem sentido algum e estranha, a flor abriu como que dizendo:

Pertenço a algo maior. Pertenço a Deus. Aquele que está no controle de tudo. Que faz coisas grandiosas, mas que acompanha o dia a dia de seus filhos bem de perto, na verdade, lado a lado. Que dá a chuva, dá o pão, que dá o sol, a saúde para o trabalho e que ouve nossa oração.  O que fez o universo imenso, e que para nós é infinito, e que cabe na palma de sua mão.

Este Deus grandioso é o mesmo que cabe dentro do nosso coração.

Dei uma incrementada no Jogo do Contente. Resolvi fazer um tsuru para cada alegria que eu tenho. Mas tenho que escolher apenas uma para cada dia, o que me obriga a pensar em todas as demais. Mas caí numa cilada: sou artesã e acabei pegando o gosto de fazer a dobradura, resultado: dobrar o tsuru passou a ser também uma alegria…

Mas mesmo que eu fizesse mil tsurus, como diz a lenda, não seria suficiente para descrever a alegria que sinto de ter Deus em minha vida. Presente, Bálsamo Eficaz, Consolador, meu Salvador.

A Ele me rendo na minha imperfeita humanidade. E quero declarar em alto e bom som:

“A Alegria do Senhor é a minha força” (Ne 8.10).

 Glaucia Silva Machado

Bolsas leves

Entre ontem e hoje consegui fazer 3 bolsas! Adorei o resultado e a rapidez da minha produção. Acho que estou pegando a prática.

São bolsas que apesar de forradas, ficaram leves. Ideais para o dia a dia, trabalho ou escola. As duas sacolas têm cerca de 40cm de comprimento e 30 de largura. Gostei das alças, ficaram bem diferentes.

A bolsinha também é bem leve, tem forro e ziper.

Se quiser, me mande um email, ok?

 

Beijocas.

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Cadeira Clara

Pois é! Encontrei mais uma coisinha nas minhas andanças por aí.

Na verdade, no caminho para o trabalho encontrei uma cadeira. Quebrada, mas ainda assim uma cadeira. Na ida não tinha tempo de pegá-la, mas na volta corri no lugar e lá estava ela!

Meu marido ainda nem viu. Preciso de suas mãos hábeis para fazer o conserto. Espero que aprove. O segredo destas aquisições além de conhecer um pouco de madeira é observar se não tem cupim. Qualquer furinho de cupim é praga na certa. Se tivesse espaço, tudo bem, Trataria a madeira. Mas, morando num apartamento com 45 bichos andando pela casa e interagindo com a família, não dá!

Não é o caso da minha nova cadeira velha. Está até bem conservadinha, limpa e sem bichos. Gostei do entalhe… Ah! E já foi toda inspecionada pelo Pascoal, claro!

Quando eu terminar o trabalho publico o resultado.

Tanto trabalho e tão pouco tempo! E ainda tem gente que vem me perguntar se assisti o último capítulo da novela! Fala sério!!!!

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Bolsa

Ontem fiz uma bolsa.

Talvez não esteja relacionado a postagem, mas tenho pensado um bocado no texto de Marina Colasanti – Eu sei, mas não devia.

Segue um trecho:

“A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia”.

Acho que vale a pena dar uma passada no site: Releituras e ler o texto completo.

Segue as imagens da bolsa. Quer uma? Entre em contato comigo através do email.

E quer saber? Não quero me acostumar…

Beijocas.

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